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II Fórum Africano de Saúde: Ulisses Correia e Silva realça reformas e investimentos importantes feitos setor em Cabo Verde

A meta é colocar Cabo Verde na lista dos dez primeiros Pequenos Países Insulares mais bem cotados no Índice de Desenvolvimento Humano, através de fortes investimentos em melhores condições de saúde e de salubridade, acompanhadas pela educação acessível e de qualidade e pelo aumento do rendimento per capita”.

No acto de encerramento do II Fórum da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a Saúde em África, que decorreu na Cidade da Praia, de 26 a 28, o Primeiro-ministro destacou que Cabo Verde tem feito apostas em reformas, políticas e investimentos no setor da saúde “com impacto positivo no aumento da esperança de vida e na qualidade de vida das pessoas”.

Ulisses Correia e Silva disse que a meta é colocar Cabo Verde na lista dos dez primeiros Pequenos Países Insulares mais bem cotados no Índice de Desenvolvimento Humano, através de fortes investimentos em melhores condições de saúde e de salubridade, acompanhadas pela educação acessível e de qualidade e pelo aumento do rendimento per capita” que pretendemos duplicar até 2026”.

“Estes são compromissos fundamentais para com as atuais e as próximas gerações para uma vida saudável, com oportunidades e felicidade”, indicou, lembrando que o país já se livrou do Pólio em 2016, e que prevê eliminar nos próximos anos, o Paludismo, a transmissão vertical mãe-filho do VIH, o Sarampo, a Rubéola e a sífilis congénita.

Não obstante os indicadores positivos, o chefe do Executivo cabo-verdiano reforçou a visão do seu governo em investir em infraestruturas de saúde em todas as ilhas, mas complementadas por cada vez “maior e melhor conectividades aéreas e marítimas para facilitar a mobilidade e pelas tecnologias como a telemedicina que permitem o acesso à distância a serviços de qualidade”.

O aumento da cobertura da segurança social, a política de inclusão social e produtiva dirigida à autonomia e autossuficência das famílias e o plano de cuidados dirigidos às populações mais vulneráveis como as crianças, os idosos e as pessoas com deficiência, são outros investimentos importantes citados pelo primeiro-ministro que “impactam positivamente a qualidade da saúde das pessoas”.

Para concluir o seu discurso, Ulisses Correia e Silva reconheceu a cobertura universal em saúde e a segurança sanitária como desafios a vencer em vários países do mundo, particularmente em África. Tendo considerado possíveis de vencer, com “uma forte consciência política e cívica, lideranças engajadas, políticas assertivas, boas parcerias para o desenvolvimento, condições favoráveis ao investimento e à atividade privada no setor da saúde e boa regulação”.